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Casa de férias no estrangeiro: crédito ou hipoteca?

Blog | Crédito

Quando se fala em financiamento imobiliário, pensa-se automaticamente na hipoteca. No entanto, para a aquisição de uma casa de férias, um crédito ao consumo pode revelar-se tão interessante quanto a hipoteca, se não for mais. Nossas explicações através de um exemplo concreto.

Hipoteca: a solução para custos elevados

Quando se trata de financiar a compra ou a construção de um imóvel, pensamos mais prontamente na hipoteca do que no crédito ao consumo. De fato, isto acontece pelo seguinte:

      • O montante outorgado por um crédito ao consumo, geralmente, não é suficiente para cobrir o custo de um bem imobiliário. É raro encontrar, na Suíça, um bem valendo menos do que 300’000 Chf. Enquanto o valor máximo de um empréstimo se situa normalmente na faixa dos 100’000 Chf, a depender da situação do requerente.
      • A taxa de juros praticada em uma hipoteca é mais vantajosa, o que implica um custo mensal inferior.

O caso da casa de férias

Mesmo que a questão “crédito ou hipoteca” seja facilmente respondida no caso da Suíça, sendo sempre preferível a hipoteca, o mesmo não vale para a aquisição de bens imobiliários no estrangeiro. Em países como o Portugal:

      • O preço de um bem imobiliário é muito inferior àquele na Suíça. Logo, um crédito ao consumo pode ser suficiente para financiá-lo.
      • Além disso, nem sempre se pode realizar uma hipoteca no estrangeiro.
      • Se a hipoteca for realizável, ainda deve-se considerar que o procedimento é mais complexo e longo do que para um empréstimo privado.
      • Em caso de compra de uma casa de férias, recorrendo à hipoteca, não é possível financiar os bens próprios com o 2ème ou 3ème (a) pilier, como acontece no caso da aquisição de uma residência primária. Logo, o aporte pessoal necessário é mais importante e difícil de satisfazer.

Como saber se o crédito é mais interessante para uma compra imobiliária?

Tudo dependerá do país em que se situa a casa de férias, da possibilidade ou não de fazer uma hipoteca e do montante implicado. Para valores inferiores a 100’000 Chf, consideramos que um crédito ao consumo pode ser uma solução mais vantajosa do que a hipoteca. No entanto, o melhor a se fazer é entrar em contato com um especialista. A Crédito Pessoal, por exemplo, propõe tanto soluções hipotecárias como de crédito, para a aquisição de uma casa de férias no estrangeiro, além de comparar todos os detalhes entre uma e outra solução. Logo, um conselheiro poderá garantir-lhe as melhores condições de contrato.

Um exemplo

Um cliente deseja comprar uma pequena casa de férias em Portugal, perto de Lisboa. O valor total do bem é de cerca de 60’000 Chf. O cliente não possui fundos próprios, o que dificultaria um financiamento hipotecário pois, como se trata de uma casa de férias, ele não pode utilizar seu capital do 2ème ou 3ème piliers para financiar os fundos próprios.

Ora, com um crédito pessoal, ele pode obter os 60’000 Chf com um prazo de reembolso de 7 anos, por exemplo. A uma taxa de juros de 6.9% ao mês, a mensalidade do reembolso fica a 896 Chf. Além disso, a lista dos documentos e comprovantes necessários é bem modesta, o que torna o processo mais rápido. Apenas 24h após a finalização do dossier, a decisão já pode ser tomada.