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O capital de giro de uma empresa: do que se trata?

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Em que consiste exatamente o capital de giro para uma PME? Como se calcula? Sobretudo, quais são as soluções que se oferecem às PME cuja liquidez a curto prazo é insuficiente para cobrir as despesas correntes? Nossas explicações e conselhos.

Definição do capital de giro

Toda empresa deve encarar despesas correntes, via de regra. Pode se tratar, por exemplo, de ter de pagar o aluguer ligado a instalações, o salário dos empregados, os móveis do escritório, as eventuais matérias primas, etc. É o papel do capital de giro de cobrir estes gastos. Podemos defini-lo como o conjunto de recursos disponíveis para pagar essas despesas e gastos correntes. Em termos mais técnicos, se trata do conjunto dos capitais da sociedade dos quais são deduzidos os ativos imobilizados.

Do que é constituido?

Utilizado para pagar as despesas correntes, o capital de giro é alimentado normalmente pela exploração da própria sociedade. Tipicamente, ele será constituido pelas entradas financeiras resultadas da cobrança da clientela. Outros elementos podem igualmente entrar em consideração, como por exemplo:

  • Fundos obtidos por empréstimo.
  • A chegada de novos investidores.

Atrasos de pagamento da clientela e capital de giro

Tanto para os independentes como para as grandes empresas, os atrasos de pagamento da clientela podem rapidamente criar problemas de capital de giro. De fato, um número demasiadamente grande de facturas pagas com atraso levam a falta de liquidez, que deixa de ser disponível de imediato. Este problema pode, em alguns casos, revelar-se sério e por as PME em dificuldades financeiras.

Soluções para proteger a sua empresa

Mesmo que a falta temporária de capital de giro seja um problema, existem soluções. Os produtos a disposição das empresas ligados a esta problemática são de fato numerosos. Por exemplo:

  • O crédito PME: consiste em pegar emprestado uma certa quantia para enfrentar a falta de liquidez. A quantia poderá ser reembolsada a curto ou médio prazo.
  • A venda de facturas: permite se livrar de créditos não pagos, vendendo-os a um terceiro (por um valor inferior ao total da factura original). Solução que permite a rápida obtenção de liquidez.
  • O factoring: através do factor, permite receber um avanço de 90% sobre toda quantia cobrada a clientela (somente B2B). Permite a entrada regular de liquidez.
  • A cobrança de dívida: consiste em delegar a gestão das questões de falta de pagamento a um terceiro. Este último será responsável pelas negociações e pelo envio de advertências, processos judiciais, multas, etc.
  • Seguro de crédito: permite ser indenizado em caso de falta de pagamento definitivo de uma ou várias facturas.

Qual solução para qual problema?

A falta de capital de giro pode estar ligada a diferentes causas. Convém, antes de procurar uma solução, entender a origem do problema afim de trazer a resposta apropriada. Nessa ótica, um conselheiro da PrestaFlex, especializado em problemas que implicam o capital de giro, estará a sua disposição. Uma das opções, por exemplo, consiste em contratar um serviço de factoring, que possui diversas soluções voltadas a empresas cujos clientes são majoritariamente outras empresas. Devido a enorme quantidade de opções que existem no mercado, convém, de fato, poder analisar claramente sua situação para obter soluções personalizadas.