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Comparação das taxas: atenção aos embustes!

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Antes de se comprometer, o primeiro reflexo do mutuário é de controlar a taxa proposta para o seu crédito, e de comparar com outros prestadores. As agências de crédito compreenderam-no bem e propõem taxas cada vez mais baixas… que, infelizmente, nem sempre refletem o montante final pago pelo consumidor. As nossas explicações.

Evolução das taxas

Desde os meados de 2016, a Confederação suíça fixou um limite máximo de 10% de taxa de juros para os créditos ao consumo. Antes desta mudança, o valor médio para um crédito era à volta dos 11.9%. Este número foi diminuindo para valores inferiores a 10%. Atualmente, cada vez mais estabelecimentos propõem taxas de 6.9%, por vezes até menos. Contudo, não é garantido que se paga menos juros com uma taxa mais baixa. De facto, os juros pagos dependem da duração do empréstimo.

Duração do reembolso: uma variável a ter em conta

A duração prevista de reembolso tem uma influência tão importante como a taxa de juros sobre o custo total. De facto, os juros pagos no total são tão proporcionais à taxa como à duração! Um crédito sobre 24 meses custará sempre duas vezes mais que um crédito sobre 12 meses! Obviamente, uma duração de reembolso mais longa permite também diminuir as mensalidades, e portanto adaptar o reembolso do empréstimo ao orçamento do mutuário.

O procedimento é mais discutível, quando os mutuantes diminuem a taxa a fim de vender melhor o produto, aumentando contudo a duração do reembolso para compensar a baixa da taxa. O consumidor encontra-se assim por exemplo com um contrato sobre 36 meses quando o podia ter reembolsado em 24 meses! Esta situação aplica-se aos empréstimos pessoais e à consolidação de crédito!

Comparação: entre taxa e duração

A fim de se convencer dos números, basta efetuar uma simples comparação a partir de um exemplo. Um casal deseja pedir um empréstimo de 20’000 Chf em 24 meses, e hesita entre duas ofertas:

  • A primeira oferta (em verde aqui referido) propõe uma taxa de 8.9% em 24 meses.
  • A segunda oferta (em vermelho aqui referido) propõe uma taxa de somente 6.9%, mas exige um reembolso em 36 meses.

Intuitivamente, o casal dirige-se para a segunda oferta. Mas será realmente a melhor escolha? Aqui referido, propomos-lhe uma tabela recapitulativa do custo total, ou seja os juros pagos no total para o crédito, sem ter em conta as mensalidades.

Taxa 24 meses 36 meses
5.9% 1’219 Chf 1’821 Chf
6.9% 1’424 Chf 2’130 Chf
7.9% 1’628 Chf 2’439 Chf
8.9% 1’831 Chf 2’747 Chf

No final, constata-se que é a primeira oferta a 8.9% que acaba por ser menos cara, ou seja 1’831 Chf em vez de 2’130 Chf, uma poupança de quase 300 Chf nos juros pagos! Claramente, a segunda oferta terá uma mensalidade mais baixa, mas se o casal tem os meios para reembolsar o crédito com as modalidades propostas pela primeira oferta, ele terá todo o interesse em escolher esta oferta, mesmo com uma taxa mais elevada!

A solução: comparar os custos totais

O melhor, antes de se comprometer, é comparar as diferentes propostas não só em função da taxa, mas também relativamente à duração de reembolso. Também é possível consultar uma agência de crédito como Multicrédit que poderá ajudá-lo a comparar as ofertas e conhecer o montante exato a pagar, isto com toda a transparência! Uma agência séria focaliza a sua comunicação não só em relação à taxa, mas informando o cliente da mensalidade exata, e do custo total do crédito.